Histeria
Assista ao meu poema dançante, “Histeria” Continuar lendo Histeria
Mil versos atrás,
eu escrevi três livros.
Ainda não lhes dei papéis.
Apenas lhes dei a luz
sobre estes trapos coloridos.
Assista ao meu poema dançante, “Histeria” Continuar lendo Histeria
Das coisas que estão à vista,
dedica-te ao que mais te intriga… Continuar lendo Horroríficas: #00 Força
Escrevi um poema, após ler a notícia do assassinato de Pedro Henrique de Oliveira Gonzaga, de 19 anos, pelo segurança de um supermercado, no Rio de Janeiro. Resolvi fazer dele um poema dançante, na esperança de contribuir com a luta antirracista. Aqui vai ele: Continuar lendo O Sol nas Entrelinhas – com André Felipe
Por que você batia
o seu pau sobre a mesa,
enquanto debatíamos
a conjuntura nacional? Continuar lendo Rejeito
Viver a cópia chocha
duma Europa morta… Continuar lendo Viver a cópia
… Aprender a morrer é tarefa dum ser que vive.
Aniquilar fórmulas prontas de pensar e de agir,
regurgitar agonias, em meio a xícaras de café com leite… Continuar lendo Morrer
Vai, então, impor ao mundo a tua ira.
Vai lá, aponta-lhe a tua ojeriza e o fuzila. Continuar lendo O ímpeto da maldade
… Coitada, enfadada,
devias estar empregada
numa empresa hoteleira
a servir clientela estrangeira… Continuar lendo Palavras errantes
… A minha Vênus, atormentada, coitada, nem mesmo se inclina para sentir o cheiro da tua axila… Continuar lendo A Vênus saturnina
… Esvaída, finalmente,
do meu labirinto de entranhas, verte-se, falecida,
pela louça branca e mergulha, audaz,
no seixo igualmente sinuoso dos esgotos,
o qual encontrará depois da cloaca fedida… Continuar lendo Confiável amiga